O quadrinho "mulher mãe" tem muita história pra contar. Nasceu nos sonhos e foi se construindo na mais pura verdade dentro da maternidade.
Primeiro nasceu a figura da mulher mãe. Sempre de coque, no improviso! Uma mulher de coque vai looonge... No cabelo preso tem uma história diária de privação, choro, dor, alegria, orgulho, sangue e suor.
Uma face sem semblante porque é impossível taxá-la de alegre ou triste, pois a montanha russa dos dias não estaciona em um único sentimento.
As folhagem representam a magia da natureza que brota todo dia ao primeiro raiar do Sol, desde o primeiro positivo até o último suspiro.
O corpo, sem dimensões definidas com os braços cobrindo diferentes possibilidades de curvas, simbolizam a diversidade do corpo feminino e a beleza de todos eles.
Peito, barriga, umbigo, braço e cabeça são exclusivos e parecem já não fazer mais sentido depois do nascimento quando estão longe deles, os filhos.
Dentro do coração estão os filhos. Lá no fundo, cravados e encantando a beleza do RE-nascimento daquela que já não é mais a mesma.
E para cobrir a mãe, um simbólico manto que traz a benção com a frase:
FILHOS: FORÇA E FRAGILIDADE